
Mas eu…
Custa-me tanto ver-te
Nesse estado anémico
Absorvendo o vento
E o que ele te traz
Talvez seja
Uma carta aberta
Ao destino
Ou um sabor da vida
Como sempre faz
Ou então será outra dor
Que deu á costa
Costumeira
A cair-te nos braços
E em teus versos se refaz
E eu, já sem vontade alguma
De te ver nessa luta diária
Errando os passos
Dedilhando notas soltas
E parafraseando o tempo
Há muito tempo atrás
Custa-me tanto ver-te
Nesse estado anémico
Absorvendo o vento
E o que ele te traz
Talvez seja
Uma carta aberta
Ao destino
Ou um sabor da vida
Como sempre faz
Ou então será outra dor
Que deu á costa
Costumeira
A cair-te nos braços
E em teus versos se refaz
E eu, já sem vontade alguma
De te ver nessa luta diária
Errando os passos
Dedilhando notas soltas
E parafraseando o tempo
Há muito tempo atrás
Olá, Dolores (ÔNIX).
ResponderEliminarÉ um prazer ler-te aqui neste teu espaço, que conheci hoje. Um belo espaço, de muito bom gosto, e bela poesia.
Beijinho
Gil
http://nos-as-palavras.blogspot.com/
Olá, Matilde
ResponderEliminarVim de novo visitar o teu cantinho, desejar-te um bom fim de semana, e dar-te um beijinho
Gil